Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Arre que são chatos!

A minha relação com o telemovel é uma relação aberta. Ele não me chateia e eu também não. Há pessoas que lá por viverem com o telemovel debaixo dos olhos decidem que toda a gente deve ter os mesmos hábitos. Raramente ando com o telemovel ao pé de mim. Se está na carteira, perco a infância a procurá-lo. Se estou a trabalhar, está na casinha dos casacos e nem me lembro dele. Se alguém telefona uma, duas, três vezes é porque ou não posso atender, ou porque não o oiço ou porque não me apetece atender naquele preciso momento aquela pessoa. Mas detesto quando insistem, insistem, insistem e me vencem pelo cansaço. Quando nego uma chamada é pelo mesmo motivo, mas provavelmente não posso atender. Mas insistem, insistem, insistem. Se desligo o telemovel depois de tanta insistência amuam, não quis falar com eles, recuso-me a atender o telefone, etc etc.
às vezes mandam-me mensagens, e eu não respondo logo. Mandam outra vez, e mais uma vez. E bolas, se eu não estou ao pé do telemovel, só vou responder e se tiver saldo, quando pegar nele, provavelmente à hora do almoço ou depois de sair do trabalho. às vezes mandam mensagem e quando não obtêm resposta telefonam. às vezes eu esqueço-me do telefone em casa, ou está sem bateria, ou está sem rede. Nem por uma única vez alguém pensa nestas hipóteses. É sempre porque me estou a recusar a atender ou porque não quero atender o telefone. E então, como a explicação é tão simples assim, acham que se insistirem muito eu já não tenho hipótese de recusar o telefonema.

Arre que são chatos!

1 comentário:

  1. é a velocidade a que andamos, e que exigem e querem a tudo o custo que se acompanhe.
    Não viste o e-mail? Não viste a mensagem? Não tás todo o dia ligado no MSN?

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