Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Mundos



É normal uma pessoa ter um mundo próprio. Tu deves ter o teu mundo. Nunca conheci ninguém que não tivesse o seu mundo. Eu não tenho um mundo. Tenho vários. É um mundo que navega, é o mundo que salva, é o mundo que salta bolhinhas de ar quando mergulha fundo no oceano decididamente não pacifico. É o mundo que me queima e arde. E eu, por vezes, desato a queimar mundo como se o mundo acabasse amanhã.
Perdoa-me se não te esclareço. Apercebo-me que o post não está a reflectir, mas a absorver. Talvez esteja cheia de abismos e me esteja a convidar, sem receio, a cair. Só te resta a ti, a tarefa de me encontrar neste papel virtual. Serve-te, então, sem cerimónias de mim, desenha-me uma moral e experimenta-me a ver se eu vôo. Como se faz um papagaio de papel?
Falo-te de mundos submissos, imperfeitos que esperam pelo meu socorro, que nunca chega. Que nunca dizem outra coisa, os não ditos, paea os de sempre ditos ou subtilmente entendidos.
Mas este não é o caminho ideal para se chegar a mim...

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