"Na banca já se fez muito e nós não queremos acabar com os bancos, nós temos lá o nosso dinheiro. Onde eu acho que não se tocou ainda é nos privilégios de certas fundações, de reformas milionárias de uma aristocracia política que nós temos, nas parcerias publico-privadas que são um perfeito abuso e que representam milhares de milhões de euros, nas rendas das renováveis, nos preços monopolísticos. Isto representa dezenas de milhares de milhões de euros que poderiam automaticamente corrigir o défice, mas em que nenhum governo teve até agora a coragem de tocar."
Tiago Caiado Guerreiro, fiscalista, hoje no Jornal da Noite.
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