“No passado, habituámo-nos a tolerar as derrapagens orçamentais.”;” Tornou-se num hábito político que é urgente reparar.”;” Nunca nos deveríamos ter permitido chegar a este ponto.”; ”como foi possível acumular tantos erros e somar tantos excessos.”; ”Tivemos tantas oportunidades para inverter o rumo e limitámo-nos a encolher os ombros.””...
Quando diz que nos habituámos, refere-se a quem? Quando se refere a tantos erros e excessos cometidos, poderia especificar quem os cometeu? Seria interessante que mencionasse um nome, ou mais do que um, quem, Sr. Primeiro-ministro, cometeu esses excessos? Escolhas erradas de muitos anos!? Desde quando, por quem? Derrapagens com consequências gravosas!?
Ou os excessos são sinónimo de algo mais grave do que a pura incompetência? Está em causa algum tipo de dolo? Por incompetência ou resultante de má-fé? Desde quando? Já prescreveram os factos? Não importa que tenham prescrito! Os Honestos trabalhadores deste país, aqueles que pagam os impostos devidos, fruto do seu trabalho, para que o Estado exerça a sua competência, possuem o Direito de saber.
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