Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Já não tenho pressa.

O tempo trabalha a meu favor.
Aprendo a dominar a impaciência e evito gestos impensados. Uma revolução precisa de tempo para se instalar - li algo semelhante num dos livros de Paulo Coelho.
Será que os outros vêem com os nossos olhos? Interrogo-me. Será que a cegueira deles justifica-se ante a minha? Será, enfim, que isso nos deixa menos cegos? Uma mão cheia de tudo, outra cheia de nada... crescer de repente sobre os dias e reacender velhas luzes que também me pertenceram.
Nem sempre desisti. Durante algum tempo renunciei a minha revolta. Questiono-me se alguém sentirá a minha falta. Sei, contudo, que nada se inventa, nada se altera. Nem quero abandonar de repente quem ainda me abraça.

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