
Ele: Não te afliges as pessoas não terem nada para dizer?
Ela: Então não me aflige? E quando eu sinto que também não tenho nada para dizer?
Ele: Achas que não faltas ao respeito a nada?
Ela: falto, falto… Há coisas que não respeito e os outros respeitam e vice-versa.
Ele: O que é para ti a perversidade?
Ela: O ser humano. O ser humano é, na sua maioria, um ser perverso.
Ele: Dizes sempre o que queres às pessoas?
Ela: Nem sempre… Às vezes, tenho coisas para dizer e não consigo e as coisas ficam cá dentro.
Ele: Queres que eu acredite que és fiel?
Ela: LOL Outra vez? Sou fiel a mim própria. Todos nós temos uma zona interdita.
Ele: Já alguma vez te sentiste usada?
Ela: Mas tu só fazes perguntas que já sabes as respostas?!
Ele: Porque é que és sempre tão misteriosa?
Ela: Eu?! Ahahahah Sei lá, porque estamos rodeados de mistérios e que tudo o que é importante é misterioso. A vida é misteriosa, a morte é misteriosa, o amor é misterioso, a mossa relação com os outros é misteriosa e tudo isso está ainda dentro do que ainda não foi descoberto.
Ele: Sabes que tens uns olhos lindíssimos?
Ela: Ahahahaha (com esta fui pedir um café com baileys, que é uma bica com um golinho de baileys – tipo pinga alcoólica)
Ele: Tens necessidade que as pessoas gostem de ti?
Ela: Tu não tens? Fico muitas vezes deprimida com a necessidade de saber exactamente o que pensam as pessoas que me conhecem bem, que estiveram comigo desde sempre.
Ele: Nunca sentes medo?
Ela: Se não tivesse medo, já tinha morrido há muito tempo.
Ele: Más às vezes pareces não ter medo… Ontem, pensei até que eras adepta do suicídio.
Ela: lol Estava danada… quando estou em lume não penso… Aí fico sem medo, ou se calhar fico com tanto que fujo para a frente… mas não fui adepta do suicídio… foi mais do homicídio…
Ele: Sobra-te sempre tempo para escrever no blog? É que ele está sempre actualizado…
Ela: Não está sempre… Mas gosto de colocar um post todos os dias, nem que seja, pelos meus amigos que estão longe e sabem que ainda estou viva por ali… O meu blog acabou por ser um bocado a ponte entre eu e as pessoas que deixei em Lisboa, ou que tenho por esse mundo fora… Quando não escrevo nada, tu já mandas uma msg a perguntar se está tudo bem… Ando sempre com um bloco na mala (e mostro-lhe o meu bloco) para quando me apetecer escrever, escrever.
Ele: És uma amiga de “Alex”?
Ela: Estás a chamar-me velha? Ahahahaha Acho que sou mesmo uma amiga de “Alex”… Ahahahaha O “Alex” não era o morto? Ahahahahaha
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