A memória volta sempre sem que se possa fazer nada para evitá-lo. Os dias antigamente eram todos diferentes. Não tenho vontade de voltar a sitio nenhum. Nem de ficar. Se ao menos eu não pensasse em nada! Acho que dentro de mim deixou de haver alguém. Não sei onde vou encontrar coragem... Não sei se é coragem o que se encontra.
Havia uma canção, lembraste? uma canção que era o nosso hino. Uma canção que depois daquele fatídico dia em Março de 2003 fizemos uma jura de sangue. Lembraste? Jurámos nunca nos trair a nós próprios nunca mais em qualquer circunstância... que estaríamos sempre um pelo outro mesmo que não houvesse razão. Uma canção que não passou de uma canção. Ainda a oiço e sinto-a no coração. Mas não, já não a sinto com alma.
Aprendi que quando mais se evita mais se encontra. Aprendi que a necessidade de estar sempre presente, faz ver a nossa presença. Aprendi que se possa fazer uma coisa não significa sempre que se deva fazer, que seja possível não a torna obrigatória, que seja legal não a faz de imediato aconselhável, nem sequer legitima.
Não aprendi como se eclipsa tão depressa.
São tão rápidos os encontros com o passado...
Uma coisa nunca mudou nestes anos todos: é a percepção que poderei não chegar viva ao lugar de onde saí antes de chegar lá...
PS: Ainda não decidi se vou ao entroncamento. Ainda não decidi se vou terça ao derby. Ainda não decidi se mato ou se me suicido.
ainda não percebi o que vais fazer ao entroncamento. Menage a trois?! Ao derby acho q fazes muito bem, mas e a loja? antes matar que suicidares-te pah!
ResponderEliminarWhatever, é este sábado que apareces no ramona????
PS: os pactos de sangue só são legítimos quando TODOS cumprem!! Qual é a tua duvida que eu também ainda não percebi?
O buraco está no mesmo sitio, se cais lá dentro ou andas a precisar de mudar de lentes ou és masoquista.
sou masoquista...
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