Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Breves, muito breves

Sempre quis escrever uma carta com o mote de mandar todos à merda. Ensaiei-a por várias vezes, mas o resultado pecava pela falta de violência implícita ao mote.
Nunca escrevi essa carta. Ainda deixei por aí alguns recados e postais. Descobri depois que nos momentos em que pretendi escrever sob esse mote me desviei para os cigarros, para o relógio e para o vazio. Felizmente, começo a compreender que estes motes originam melhores reacções do que mandar à merda as pessoas. Compreendo também, que nestes anos de vida muitas pessoas me tenham mandado à merda.

Ninguém vê nada aqui e todos querem ver algo aqui.
O mundo inteiro arranja razões para não compreender o que está na frente dos olhos.
O inteiro do mundo acha que tem razões para ver à frente dos olhos melhor que eu.

Deus existe na palma das mãos... olhei para ele e perguntei-lhe o que fazer... recebi uma chapada...

2 comentários:

  1. Mas que mal andamos com a vida...
    Vá, ninguem merece essa amargura, sê superior e toca a sorrir, sim??

    Beijinhosssssssssssss

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  2. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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