Confesso que não vejo em Mário Crespo nada de especial, enquanto jornalista, sendo, enquanto pessoa, do que me lembro bastante simpático. Também, diga-se, entendo que não é, de forma alguma um mau jornalista. Diz o que diz, escreve o que escreve, assume-se de Direita e é-o, e mais nada.
Lamento é que sendo de Direita, ao que tem todo o direito, transforme as suas posições, textos e intervenções, sempre, em elementos de promoção partidária, da Direita.É aqui que se fragiliza o seu papel de jornalista. Este “modelo de jornalismo”, feito de insinuações e pequenos silêncios, que é, sem duvida pouco aceitável, porque nada ético. Demasiado MMGuedes!(Que, diga-se nunca explicou a sua função no súbito/recente enriquecimento do marido, (ao que a comunicação social, alguma somente claro, explicitou).)
Mário Crespo terá sido dado e cito o próprio, “como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.
Como diz Manuel Rodrigues Vaz que tem o resto do mundo a ver com as dores de Mário Crespo, sobre opiniões pessoais, seja de quem fôr?
Nada.
É esse o principio dos princípios da liberdade de expressão da opinião.
Nota curiosa ainda, e cito Mário Crespo, “Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo “
Pena é que não sabemos se o registo foi uma gravação, ou um filme, em tlm, ou com material mais especializado….
Ou se se limitou a uma memória em papel de guardanapo.
Ou se nem isso.
Enfim, caminhamos, neste país, para o mais kafkiano dos ridículos!
Com sindicatos a darem cobertura a estas pantominices(!), quando se deveriam preocupar com a forma como os jovens jornalistas são remunerados nos dias de hoje, entretêm-se com comunicados anti governo, para mostrar isenções que não têm….para onde vai este país senão para um manicómio?
Achei que, apesar de tudo, não seria de dizer que o homem tem os parafusos desapertados.
ResponderEliminarMas depois fiz uma pesquisa na internet para ver se encontrava o tal artigo em que ele conta a historia e fui ter a um artigo dele no JN com o título “O palhaço”.
Aí percebi que, de facto, a postura do senhor não é só ódio ao Sócrates… Experimenta ler…