Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Morrer na praia

Fiz este blog para estar mais à vontade. Para poder escrever o que me viesse na alma sem estar constantemente com o peso de escrever sob o nome profissional. Porque há pessoas pequeninas que pegam em tudo o que lêm para terem assunto de conversa nas esquinas da rua. A verdade é que criei este blog para estar entre amigos e fiz pouco por divulgá-lo. Amigos leram bem. O problema é que em todos os grupos de amigos há sempre uma maçã podre, e essa maçã tem vindo a estragar o meu jardim. Não a contaminar as "minhas" maçãs que os meus amigos não são de se impressionar por coisas banais e inutilidades como a que essa maçã está a pretagonizar, mas porque hoje tinha uma boa notícia para vos dar e como não quero que se saiba, vou ter de me calar. E de repente, este blog deixou de ter sentido. De fazer sentido. Deixei de me sentir bem na minha própria casa.

Isso leva-nos a outras questões, tais como, no passado amamos muito uma pessoa e hoje temos medo dela. Do que ela nos pode fazer. Da insegurança que é ficar conotada como a "dama do anormal". Da primeira vez que fiquei conotada de algo eu fiz por isso, mea culpa, mereci. Agora ser conotada como agtente passiva enerva-me. Enerva-me querer ir a um sitio e ter de ir tensa porque pode estar lá fulcrano ou sicrano que na volta até pode ter um retrato meu. Ou em determinadas cidades como aconteceu em Guimarães, alguém mais chegado a mim perguntar-me "como queres que te chame aqui?". Com o nome claro! Mas eu acaso devo alguma coisa a alguém?

Whatever, hoje estou com uma dor de cabeça horrivel. Um grupo de estupidos a gritar por um curso qualquer da universidade resolveram destruir um caixote de lixo só pelo prazer de destruir. POis é, Aveiro é uma cidade pacata, mas cresce a anormalidade estundatil.

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