Jorge Luís Borges, o Gaúcho que era Inglês, Francês, Árabe, Grego e aprendiz de marciano escreveu um conto sobre um homem que passava a vida a desenhar cidades, campos e mares. Um dia, pouco antes de morrer, descobriu "que esse paciente labirinto de linhas delineava a imagem da sua cara".
Moral da história? Por mais que nos zanguemos com a vida, nunca saimos de dentro de nós.
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