Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

domingo, 19 de junho de 2011

Apresento-vos os meus amigos invisíveis cá de casa.

Este é o macaco Rufia. Quando estou mais carente mete-se no meu bolso, na minha mala, no chapéu e não me larga por um segundo. Sabe bem o valor que uma companhia pode ter. O Pintainho Amarelo foi-me dado numa pascoa qualquer. O Pinto já foi numa pinta pois trazia uma saia e um lenço na cabeça, mas depois de comermos as amêndoas, descobri-lhe a atitude pilinha e devolvi-lhe o seu sexo. O Pinto maquiavélico, é mesmo maquiavélico. Saiu daquelas máquinas de bonecos que são escolhidos por uma ventosa a troco de uma moeda. Na verdade nunca nutrimos grande carinho um pelo o outro, mas também não sou capaz de o abandonar à sua sorte. O Veado devia ter viajado para o Brasil há dois anos para ir alegrar o natal de uma amiga Brasileira, mas com medo do calor fugiu na altura de meter tudo na caixa e ficou em terra. Hoje chora por praias paridisiacas e veadas de fio dental, e no natal anda sempre muito nostálgico.



A Ruia Costa. Foi adquirida na banca da Urbanarte e Mão Maria no Mundo Mix no Castelo há uns anos. É uma menina delicada, simpática, a mãe deles todos. Tem sempre uma palavra amável para todos Mas não gosta muito de fazer-me companhia na cama. Diz ela que tenho maus dormir e atiro-a sempre para debaixo da cama. Ela gosta é de estar com os amigos todos a contar anedotas. Tem saudades das suas maninhas que foram para outras casas. Muitas vezes pergunta-me o que será delas, se tem uma vida tão agradável como a dela. O Coelho foi adquirido à Ana Malha. Foi paixão à primeira vista. Na altura dos coelhos tinha de ser meu. Já perdeu uma perna e uma orelha, coitado passa a vida no hospital mas mesmo assim tem sempre uma palavra amável para me dizer. O dorminhoco é fruto de uma troca com a Paula Velosa. No tempo em que as trocas eram mesmo trocas e o valor monetário era do coração. Está sempre meio a dormir por isso não é grande ouvinte. O Gato Trapalhão é isso mesmo, um trapalhão. Embirra quando o meto sentado quando o que ele gosta mais é de estar pendurado pela cauda. Mas regras são regras e lá se habituou. Bufa mas não refila.



Este é o Urso Pimpão. Coitado, tirei-o da rua. Estava encostado a um contentor a olhar apara mim triste, sujo e assustado. Na melhor das hipóteses ía servir de almofada a um bêbado. Trouxe-o para casa, lavei-o com amaçiador de lãs, limpei-lhe os olhinhos, escovei-o e acho que até hoje tem tido muito boa vida. Volta e meia cai po chão quando falo com entusiasmo com ele, mas acho que ele é mio cego e de vez em quando desequilíbra-se. O Porco Chief Foi ganho na Feira de Março. Eu, a João, a Mizé e a Bia andámos a gastar bué de dinheiro para sair já não me lembro o que. Às tantas sai três bonecos e este calhou-me na rifa. Não sei porquê. O Mémé Nanas foi dado pelo meu pai. Adoro o mémé Nanas. É sereno, dá-se bem com toda a gente, não acumula muito pé (que é importante) e tá sempre a sorrir. Para mim. A Boneca de neve Graça é uma boneca de lã resistente ao frio. Tenho-a desde o ano 2000 por aí. Também me aqueceu em muitas noites de inverno. Infelizmente está doentinha e no outro dia apanhei-a com uma traça que lhe comeu o nariz. Já tratei dela, mas fiquei preocupada. Malditas traças :(


Este são: A Matilde coelho de tecido. Foi uma grande companheira há 2 anos. Foi oferecida pelo P que tinha uma pancada grande por coelhos. A Vaquinha Su, foi oferecida pela Su. LOL Fomos as duas para as compras no Retail Park e de repente a boa da Lena, atira-se (literalmente) para um mundo de bichos e agarra-se à vaca (as vacas sempre me atraíram). Passado uns dias, a Su entra na Verdesperto e oferece-me a Vaca. Lembro-me que era perto do natal porque eu reagi tipo "prendas? Já?" e ela respondeu que o natal era quando a malta quisesse. Depois temos o pato Tobias. Também foi um grande companheiro nas noites pós Rapazes e sofreu muito nas minhas mãos. Ficou Tobias porque antigamente para os Rapazes não perceberem que o Nuno era meu amigo, ele intitulava-se como o Tobias. Quando o Nuno ía a minha casa o primeiro a ser cumprimentado era sempre o pato Tobias. Tenho várias fotos do Tobias humano com o Tobias pato boneco. LOL E o esquilo Suíço que nunca teve nome. É um esquilo No Name. Trouxe-o da Suiça. Não é um esquilo muito dado. Às vezes foge para dentro do armário e eu fico n tempo sem saber dele.



Este é o palhaço que dorme comigo na cama. Diz que está farto de me ouvir sonhar sempre com as mesmas coisas e de alguma anormalidade obcessiva para que tenho com os meus problemas. Mas é fofo e quentinho.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Sweet messages