Eles seguem-me, mas eu não faço puto de ideia para onde estou a ir...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Amar

É preciso amar devagar. Eu já amei depressa e queria ser amada custasse o que custasse. Depressa. É preciso amar quando se ama e quando o amor devolve o amor que lhe damos.

Finjo não precisar dele para nada. Finjo não precisar de ninguém para nada. E preciso de todos. Houve um tempo em que queixei de amar a vida. Mas fiz as pazes com o que de melhor ela dá, para a reconquistar. Acho que mesmo negando-o, descobri que é preciso amar, mas amar devagar. Para ficar. Para ficar...
Já não tenho pressa. Vou de gosto em gosto agora.

Bebo um copo de água gelada e estremeço. Estou a ficar velha...

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