Ela: O que é isto? Para que é isto?
Ele: É o tudo ou nada
Ela: O meio termo, já lá tiveste?
Ele: Vi-o num mapa
Ela: Ah...
Ele O que fiz eu para merecer isto?
Ela: Fizeste... e tens de pagar o preço
Ele: Estás a dizer que eu quero ter a fama e o proveito?
Ela: Não é essa a história?
Riu-se e pegou-me no braço, estreitando-se contra mim...
Ele: Gosto de ti
Ela: Porquê?
Ele: O mundo é o meu ringue de boxe
Ela: Queres lutar contra toda a gente?
Ele: Só contra o inimigo.
Ela: É assim tão simples?
Ele: Não. LOL O problema é que na imaginação tudo pode ser perfeito. A culpa foi minha. Apanharam-me porque deixei...
Ela: Não penso que sejas assim uma presa tão fificil...
Ele: Tu estás nas tintas, não estás?
Ela: para ti? Não.
Ele: Para a confusão que isto vai dar...
O fim do amor é uma assombração. Uma assombração de sonhos. Uma assombração de silêncio. Quando somos assombrados por fantasmas é fácil tornarmo-nos fantasmas. A vida esvai-se. A pulsação é demasiado fraca. Há quem concorde com isto e diga que estamos a sarar. Não estamos a sarar.
Dirigi-me para o Ria Café e pedi o costume. Um café e uma nata. Sem problemas, sem complicações. Nem sequer adeus. Então é assim que acaba.
Tive a sensação que propeçara por acaso na vida de outra pessoa, descobrira que queria ficar e depois tropeçara de novo para dentro da minha, sem uma pista, um sinal, uma maneira de acabar a história.
Nem todas as histórias, têm o final que gostariamos...
ResponderEliminarBeijo